Enterrar Temer e suas reformas

O vazamento da delação do empresário/dono das JBS (bom burguês para alguns), que atinge diretamente o usurpador Michel Temer (PMDB), bem como um de seus principais comparsas, o senador e presidente nacional do PSDB Aécio Neves, desestabilizam (ao menos momentaneamente) as articulações em curso no congresso nacional para as…

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28 de abril: parar o Brasil para derrotar as contrarreformas de Temer e avançar na reorganização da classe trabalhadora

No dia 27 de março, durante reunião realizada em São Paulo, os representantes das nove centrais presentes finalmente chegaram a uma data consensual para a realização de uma paralisação nacional. Foi aprovada uma convocatória unificada: “Dia 28 de abril, vamos parar o Brasil”! Diante das devastadoras contrarreformas – previdenciária…

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Somos todas e todos Taly Nayandra

Chega de criminalização e violência do Estado Burguês aos movimentos de luta! (Nota de solidariedade à camarada Taly Nayandra e repúdio à perseguição e violência às lutadoras e lutadores sociais) Na noite do último sábado, 25 de fevereiro, a camarada Taly Nayandra, foi brutalmente violentada pela Polícia Militar…

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O enfrentamento decisivo ao assalto da Previdência: construir a luta pelas bases e organizar o campo sindical classista

Coordenação Nacional da Unidade Classista Como têm demonstrado exaustivamente os dados da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (ANFIP), da Auditoria Cidadã da Dívida, além de outras instituições e pesquisadores reconhecidos, o famigerado “rombo da Previdência” não passa de uma grotesca e repugnante farsa.

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Todo apoio ao MTST-PE! Lutar não é crime!

A Unidade Classista se solidariza aos companheiros do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) de Pernambuco, que foram duramente reprimidos na tarde de ontem, 21 de fevereiro, após tentativa de ocupação da Companhia Estadual de Habitação (CEHAB), no intuito de dar visibilidade e garantias à Ocupação Carolina de Jesus no bairro do Barro, em Recife.

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Nota contra a opressão machista

  Na semana passada, durante a realização do 36º Congresso do ANDES-SN, em Cuiabá-MT, trabalhadoras, estudantes, monitoras e professoras (delegadas, observadoras e diretoras nacionais do sindicato) – realizaram um ato público para denunciar manifestações machistas ocorridas ao longo do congresso. Expressaram em documento público sua indignação, repúdio e firme…

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Nota de solidariedade a Emanuel Cancella

  A Unidade Classista vem a público prestar sua irrestrita solidariedade ao companheiro Emanuel Cancella, vítima de perseguição política descabida promovida pelo juiz Sérgio Moro. A intimação, ao que nos consta, quer tratar as críticas políticas ao juiz, todas plenamente plausíveis, como se as mesmas fossem ataques à sua…

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Não nos faltam motivos para lutar: é necessário parar a produção!

Somos mais de 22 milhões de desempregados; 6,2 milhões de nossas famílias sofrem com um gigantesco déficit habitacional; com a acelerada deterioração dos serviços públicos e com a desvalorização de nossos salários, que já não têm data para serem pagos; nossa jornada de trabalho é cada vez mais extensa e intensa; assistimos à proliferação das terceirizações e os mais variados tipos de precarização e, como se tudo isso não bastasse, temos sido forçados a conviver com um governo federal ilegítimo, fruto de uma operação institucional golpista.

O governo Temer, “puro-sangue da burguesia”, sabe muito bem a que veio e pretende implantar sua política de destruição de direitos trabalhistas e previdenciários e acelerar o processo de contrarreforma do estado, iniciado por Collor, aprofundado por FHC e reiterado por Lula e Dilma, para tornar cada vez mais sofisticados os mecanismos capitalistas de exploração e de opressão.

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O papel do Sinasefe na atual conjuntura

Depois de transcorridos seis meses de governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB/PSDB) as suas promessas feitas para a burguesia estão sendo celeremente implementadas. Neste curto período, o usurpador já conseguiu aprovar em dois turnos na Câmara a PEC 241/55, “PEC da Morte”, aproveitando-se do fisiologismo que impera no Parlamento brasileiro e da pressão dos setores empresariais. Em seguida à PEC, as pretensões são aprovar as reformas previdenciária e trabalhista, o que no conjunto representará para as condições de vida dos trabalhadores um retrocesso para o momento pré-constituinte de 1988 no que tange à proteção social estatal e ao período pré-CLT de 1943 em relação ao regramento da compra e venda da força de trabalho.

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